A ansiedade das primeiras aulas já passam a ser substituídas pela vontade de não querer mais parar. A luta passa a ser com nossos próprios corpos para aproveitar ao máximo cada dia.
É única a experiência na qual nos encontramos. Aqui distante de tudo e de todos que conhecemos, as pessoas com as quais vamos nos aproximando se ligam em laços afetivos que nos transformam numa grande família.
É notável neste quarto dia o quanto já não somos mais duas equipes de regiões distantes ( Vale do Paraíba - São Paulo e Norte do Paraná) com projetos e metas em conjuntos diferentes em um ambiente desconhecido. Somos 20 rondonistas correndo de mãos dadas para abraçar as mesmas causas. Vestimos bem essa camisa amarela.
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